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quarta-feira, agosto 17, 2022

Documentario Conta A Historia Da Comunidade De Saramandaia Em Salvador

Documentário conta a história da comunidade de Saramandaia, em Salvador

O ator e diretor Lúcio Lima, nascido e criado na comunidade de Saramandaia, em Salvador, lançou na última semana um documentário que conta a história do lugar. “Retalhos – A Memória Viva de Saramandaia” estreou com casa cheia (a maioria dos presentes, moradores do local) no Centro Educacional Casa da Esperança, na própria Saramandaia, localidade que fica entre o bairro de Pernambués e a Avenida ACM.

Obrigado ao bairro de Saramandaia por me proporcionar isso. Foi lindo! Temos muito que amadurecer, mas este é o caminho a ser trilhado”, afirmou Lúcio Lima, diretor do filme. Ele foi um dos contemplados pelo edital Comunica Diversidade do MinC e, para quem não lembra, foi protagonista do filme Trampolim do Forte, dirigido por João Rodrigo Mattos.

Abaixo, uma descrição detalhada do projeto, que conta com apoio da Prefeitura de Salvador, através da Fundação Gregório de Mattos, além de Ministério da Cultura, entre outros.

“Eles são Saramandaia, sempre foram e nunca deixarão de ser. Esse amor por um bairro marginalizado pode até parecer estranho, mas essa mudança de perspectiva é facilmente adquirida quando se conhece as histórias, vivências e a rotina de um povo carente que conta com o esforço coletivo de seus habitantes para tornar Saramandaia um berço de vida, cultura e arte.

Retalhos é um documentário que traz as memórias afetivas de uma comunidade na fala do menino Emerson Almeida e seu sonho de poder levar o nome de Saramandaia ao mundo através de sua arte circense, sempre com um sorriso puro no rosto. Nos traços do grafiteiro Thito Lama, que desenha e canta os males sociais servindo de exemplo e alertando os jovens da comunidade. E na sabedoria ancestral do Sr. Armando, um dos moradores mais antigos do bairro que ainda mostra a lucidez necessária para conduzir Saramandaia para novas conquistas.

As ruas vivas trazem o nome dos ilustres moradores e os heróis de lá não usam capa, mas já colocaram seus poderes mortais em ação com o objetivo de desfazer o olhar preconceituoso que recai sobre todos da comunidade. Os retalhos estão sendo montados, e passado, presente e futuro do bairro vivem com um objetivo em comum: manter viva a memória de Saramandaia.”

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Postado em: 07/04/2015 – 6:03

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